Conheça nossos focas!

por Larissa Yaemi

Caroline Vaz dos Santos, 17 anos,  começou o curso de Jornalismo com o objetivo de mudar o atual cenário da informação que, segundo ela, está desvalorizado pelo sensacionalismo. “Hoje a mídia só está atrás de visualizações e lucro, não se preocupa em realmente informar”, diz.

Mesmo com as dificuldades atuais da profissão, como baixa remuneração e falta de emprego, Carol não se vê fazendo outra coisa. Também afirma não almejar a riqueza e nem a fama. “O que importa é a qualidade”, comenta.

Carol não admite racismo, machismo, homofobia e qualquer tipo de preconceito. Não se esconde e nem tem medo de discutir quando algo não a agrada, sempre expondo sua opinião. Está disposta a lutar por uma sociedade mais igualitária e livre; quer mudar o pensamento retrógrado ainda presente em nossa sociedade.

Como a maioria dos jovens, está sempre com seu smartphone e é viciada em redes sociais: Facebook, Whatsapp, Snapchat, Twitter e, principalmente,  Instagram, pelo qual acompanha celebridades, mesmo considerando isso “algo fútil”. Apesar de passar o dia inteiro nas mídias, Carol apenas acompanha as postagens, sem ter o costume de publicar suas próprias fotos. “Acho exposição exagerada algo bizarro. As pessoas não precisam saber de tudo da vida de gente anônima”, afirma.

Amante de música, gosta de diversos estilos, mas destaca o indie-rock, porque “não é rock pesado, e nem aquele indie parado”. A banda inglesa 1975 é sua atual favorita. Cita a música “Me” como aquela com que mais se identifica, porque narra o drama de alguém que sente muitas coisas, mas está incerto se as outras pessoas ligam para esses sentimentos. “Às vezes tenho essa dúvida, se alguém realmente se importa, ou se no fundo querem me mandar calar a boca”, brinca.

Nas horas vagas, gosta de assistir a várias séries, desde mais violentas, como Game Of Thrones, até algo mais dramático, como Gossip Girl, além de ficção científica, como The 100.

Seu livro de cabeceira é “Eu amo New York”, da britânica Lindsey Kelk. Talvez o amor pelo livro esteja ligado ao seu amor real pela cidade: Em 2014, viajou para a metrópole, onde, em uma semana, visitou museus, parques, e todos os pontos turísticos mais famosos do local. “Times Square é uma das coisas mais incríveis que já vi”, relembra. Desde então, sonha em morar na Grande Maçã e trabalhar para o gigante The New York Times.

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