Conheça nossos focas!! 

por Caroline Piovani

 

Nina Nogueira Gattis descobriu o Jornalismo no final do terceiro ano do Ensino Médio, em 2016. Entrou em Design de Interiores na Etec Getúlio Vargas com o sonho de ser arquiteta, mas, quando começou o curso, percebeu que não gostava daquela profissão. “O material era caro, e eu tinha feito esforço para estar ali, então continuei, achei que seria uma grande oportunidade”, disse Nina. Depois, pensou em cursar Medicina ou Biomedicina, mas a ida à psicóloga a ajudou. “Quando pequena eu era muito comunicativa, e ver minha vizinha, a jornalista Janaina Lepri, me influenciou.” Filha única, ela mora no Alto da Mooca com os pais e a cachorrinha salsicha Lorén, que a acompanha há dez anos.

Muito ligada a esporte, Nina já praticou ballet, ginástica rítmica, natação e era federada em nado sincronizado no Corinthians, o que possibilitou que viajasse para o Peru, Chile e boa parte dos estados brasileiros. Teve que abandonar o esporte quando entrou no ensino médio, mas pretende voltar. “Quero nadar pelo Mackenzie, sempre preferi esporte aquático.”

Hoje, com 18 anos, a garota que ama filmes como “Forrest Gump” e “O Iluminado” admite: “Não tenho paciência para estudar, só quando precisa.” Querida pela família, Nina ajuda os pais a decorar a casa quando necessário. “Ganhei experiência no ensino técnico, não foi em vão.” Aos fins de semana, gosta de ir à festas e sair com os amigos.

Seu nome era para ser Gabriela, Mariana ou Beatriz, mas, em uma volta no shopping, seus pais viram o perfume Nina Ricci e adoraram. Surgiu, assim, a Nina Gattis.

A garota diz não ser muito extrovertida para fazer amigos, mas sempre é legal com todos. “Sou muito explosiva e orgulhosa, também sou bagunceira, mas tenho minha bagunça organizada.” É espírita e frequenta a umbanda, “gosto muito, me acalma, é bom ter um direcionamento e alguém com quem desabafar”.

As duas tatuagens em seu corpo dizem muito sobre sua personalidade. A primeira, na parte superior de trás do braço, um ouroboro (uma cobra devorando a própria cauda) significa um ciclo eterno de renascimento. A segunda foi feita escondida dos pais, uma andorinha no pulso. “Não me arrependo, mas sei que deveria ter feito em um lugar mais escondido.”

Seus planos para o futuro incluem estudar Teologia e viajar pelo mundo. Pretende estagiar em Jornalismo o mais rápido possível e gostaria de trabalhar com jornalismo esportivo na televisão ou como correspondente internacional. “Não levo ninguém como exemplo de vida, me baseio nos meus quereres para formar meu ‘eu idealizado’ e me inspirar”, declara Nina.

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